Lentamente, ele afunda em mim, me enchendo. Eu ouço seu gemido de
puro prazer, e desperta a minha alma. Ele agarra firmemente meus quadris, tira e
bate de volta em mim, me fazendo chorar. Ele me tranquiliza por um momento.
— De novo? — Ele pergunta em voz baixa.
— Sim. . . Eu estou bem. Perca-se. . . e me leve com você, — sussurro sem
Ele deixa sair um gemido rouco de sua garganta, tira mais uma vez, então
bate em mim, repete isso mais e mais lentamente, deliberadamente, uma punição,
um ritmo brutal celestial.
Oh merda minhas. . . Minhas entranhas começam a acelerar. Ele sente,
também, e aumenta o ritmo, empurrando-me, mais alto, mais forte, mais rápido e
eu me rendo, explodindo ao redor dele. Um orgasmo da alma, que me drenou, me
deixa usada e exausta.
Estou vagamente consciente de que Christian, também, se deixa ir,
chamando meu nome, os dedos cavando em meus quadris, em seguida, ele acalma
e cai em mim. Afunda-nos no chão, e ele me embala em seus braços.
— Obrigado, querida, — ele sussurra, cobrindo meu rosto com beijos
suaves como uma pena. Abro os olhos e olho para ele, ele enrola os braços mais
apertados ao meu redor.
— Seu rosto está rosado devido à mesa, — ele murmura, esfregando meu
rosto com ternura. — Como foi? — Seus olhos estão arregalados e cautelosos.
— Bom, — eu murmuro, com os dentes cerrados. — Eu gosto que seja
áspero, Christian, e gosto suave, também. Eu gosto que seja com você.
Ele fecha os olhos e me abraça ainda mais apertado.
Caramba, estou cansada.
— Você nunca falha, Ana. Você é bonita, brilhante, estimulante, divertida,
sexy, e eu agradeço a providência divina a cada dia que você veio me entrevistar e
não Katherine Kavanagh. — Ele beija o meu cabelo. Eu sorrio e bocejo contra seu
peito. — Desgastei-a — ele continuou. — Venha. Banho, então, cama.
Estamos ambos no banheiro de Christian, nos encarando o queixo
cheio de espuma, o cheiro doce de jasmim nos envolve. Christian está
massageando meus pés, um de cada vez. É tão bom que deveria ser ilegal.
— Posso te perguntar uma coisa? — Murmuro.
— Claro. Qualquer coisa, Ana, você sabe disso.
Eu respiro fundo e decido, hesitando apenas ligeiramente.
— Amanhã, quando eu for trabalhar, Sawyer pode simplesmente me deixar
na porta do escritório, então me pegar no final do dia? Por favor, Christian. Por
favor, — eu imploro.
Suas mãos param enquanto ele franze a testa.
— Eu pensei que nós concordamos, — resmunga.
— Por favor, — eu imploro.
— E quanto à hora do almoço?
— Vou fazer algo para levar daqui, então eu não tenho que sair, por favor.
Ele beija o peito do meu pé.
— Acho muito difícil dizer não para você, — ele resmunga como se sentisse
que esta é uma falha da sua parte. — Você não vai sair?
— Não.
— Ok.
Eu sorrio para ele.
— Obrigada. — Inclino-me, derramando água por toda parte, e o beijo.
— De nada, Srta. Steele. Como está seu traseiro?
— Dolorido. Mas não é tão ruim. A água é calmante.
— Estou feliz que você me disse para parar, — ele falou, olhando para mim.
— Assim como meu traseiro.
Ele sorri.
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