segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Lentamente, ele afunda em mim, me enchendo. Eu ouço seu gemido de

puro prazer, e desperta a minha alma. Ele agarra firmemente meus quadris, tira e

bate de volta em mim, me fazendo chorar. Ele me tranquiliza por um momento.

— De novo? — Ele pergunta em voz baixa.

— Sim. . . Eu estou bem. Perca-se. . . e me leve com você, — sussurro sem

Ele deixa sair um gemido rouco de sua garganta, tira mais uma vez, então

bate em mim, repete isso mais e mais lentamente, deliberadamente, uma punição,

um ritmo brutal celestial.

Oh merda minhas. . .  Minhas entranhas começam a acelerar. Ele sente,

também, e aumenta o ritmo, empurrando-me, mais alto, mais forte, mais rápido e

eu me rendo, explodindo ao redor dele. Um orgasmo da alma, que me drenou, me

deixa usada e exausta.

Estou vagamente consciente de que Christian, também, se deixa ir,

chamando meu nome, os dedos cavando em meus quadris, em seguida, ele acalma

e cai em mim. Afunda-nos no chão, e ele me embala em seus braços.

— Obrigado, querida,  — ele sussurra, cobrindo meu rosto com beijos

suaves como uma pena. Abro os olhos e olho para ele, ele enrola os braços mais

apertados ao meu redor.

— Seu rosto está rosado devido à mesa, — ele murmura, esfregando meu

rosto com ternura. — Como foi? — Seus olhos estão arregalados e cautelosos.

— Bom,  — eu murmuro, com os dentes cerrados.  — Eu gosto que seja

áspero, Christian, e gosto suave, também. Eu gosto que seja com você.

Ele fecha os olhos e me abraça ainda mais apertado.

Caramba, estou cansada.

— Você nunca falha, Ana. Você é bonita, brilhante, estimulante, divertida,

sexy, e eu agradeço a providência divina a cada dia que você veio me entrevistar e

não Katherine Kavanagh. — Ele beija o meu cabelo. Eu sorrio e bocejo contra seu

peito. — Desgastei-a — ele continuou. — Venha. Banho, então, cama.

Estamos ambos no banheiro de Christian, nos encarando o queixo

cheio de espuma, o cheiro doce de  jasmim nos envolve. Christian está

massageando meus pés, um de cada vez. É tão bom que deveria ser ilegal.

— Posso te perguntar uma coisa? — Murmuro.

— Claro. Qualquer coisa, Ana, você sabe disso.

Eu respiro fundo e decido, hesitando apenas ligeiramente.

— Amanhã, quando eu for trabalhar, Sawyer pode simplesmente me deixar

na porta do escritório, então me pegar no final do dia? Por favor, Christian. Por

favor, — eu imploro.

Suas mãos param enquanto ele franze a testa.

— Eu pensei que nós concordamos, — resmunga.

— Por favor, — eu imploro.

— E quanto à hora do almoço?

— Vou fazer algo para levar daqui, então eu não tenho que sair, por favor.

Ele beija o peito do meu pé.

— Acho muito difícil dizer não para você, — ele resmunga como se sentisse

que esta é uma falha da sua parte. — Você não vai sair?

— Não.

— Ok.

Eu sorrio para ele.

— Obrigada. — Inclino-me, derramando água por toda parte, e o beijo.

— De nada, Srta. Steele. Como está seu traseiro?

— Dolorido. Mas não é tão ruim. A água é calmante.

— Estou feliz que você me disse para parar, — ele falou, olhando para mim.

— Assim como meu traseiro.

Ele sorri.

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