a mesa mais uma vez. Usando qualquer vestígio de força interior, que diminuiu
consideravelmente desde que eu sei o que vai acontecer quando eu bater na bola
branca, miro e acerto a branca novamente. Christian me da uma tapa mais uma
vez, duro.
Ai! Erro de novo.
— Oh não! — eu solto um gemido.
— Uma vez mais, bebê. E se você perder dessa vez, eu realmente vou deixar
que você consiga o que quer.
O quê? Ter o que?
Ele coloca a bola preta mais uma vez e caminha, dolorosamente lento, de
volta para mim até que ele está de pé atrás de mim, acariciando minhas costas
mais uma vez.
— Você pode fazer isso, — lisonjeia.
Oh, não quando você está me distraindo assim. Eu empurro meu traseiro
para trás contra a mão dele, e ele me da uma tapa levemente.
— Ansiosa, Srta. Steele? — Ele murmura.
Sim. Eu quero você.
— Bem, vamos nos livrar delas. — Ele desliza suavemente minha calcinha
para baixo pelas minhas coxas e as tira. Eu não posso ver o que ele faz com elas,
mas ele me deixa exposta e planta um beijo suave em cada lado do meu traseiro.
— Dê a tacada, bebê.
Eu quero choramingar, eu não vou conseguir. Eu sei que vou perder. Eu
alinho a branca e a atinjo, na minha impaciência, erro a bola preta
completamente. Eu espero o golpe, mas ele não vem. Ao contrário, ele se inclina
para a direita sobre mim, me achatando contra a mesa, pega o taco da minha mão
e rola para a almofada de lado. Eu posso senti-lo, duro, contra meu traseiro.
— Você perdeu, — ele disse baixinho no meu ouvido. Minha bochecha está
pressionada contra o tecido da mesa. — Ponha as mãos espalmadas sobre a mesa.
Eu faço como ele diz.
— Ótimo. Eu vou bater em você agora e na próxima vez, talvez você ganhe.
— Ele se move então e está em pé ao meu lado esquerdo, sua ereção contra meu
quadril.
Eu solto um gemido e meu coração pula dentro da minha boca. Minha
respiração vem em suspiros curtos e uma excitação quente e pesada faz um
percurso através das minhas veias. Gentilmente, ele acaricia o meu traseiro e
enrola a outra mão ao redor da minha nuca, seus dedos enroscaram em meu
cabelo, com o cotovelo nas minhas costas, me segurando para baixo. Estou
completamente indefesa.
— Abra as pernas, — ele murmura e por um momento, hesito. Ele me bate
duramente, com a régua! O barulho é mais duro do que um tapa, e ele me pega de
surpresa. Eu suspiro, e ele me bate de novo.
— Pernas, — ele ordena. Abro minhas pernas, ofegante. A régua ataca
novamente. Ai, isso pica, mas o barulho pela minha pele parece pior do que se
sente.
Eu fecho meus olhos para absorver a dor. Não é muito ruim, e a respiração
de Christian se torna mais dura. Ele me bate uma e outra vez, e eu começo a
lançar pequenos murmúrios. Não tenho certeza de quantos golpes posso suportar,
mas ouvi-lo e saber como ele está excitado, alimenta a minha excitação e minha
vontade de continuar. Estou de passagem para o lado negro, um lugar na minha
psique que eu não conheço bem, mas já visitei antes na sala de jogos, com Tallis. A
régua ataca mais uma vez, e eu solto um gemido alto, e Christian geme em
resposta. Ele me bate de novo e de novo. . . e uma vez mais. . . mais duro desta
vez, e eu estremeço.
— Para. — A palavra está fora da minha boca antes mesmo de eu estar
ciente. Christian solta a régua imediatamente e me libera.
— O suficiente? — Ele sussurra.
— Sim.
— Quero transar com você agora, — ele disse, a voz tensa.
— Sim, — murmuro com saudade. Ele desfaz a braguilha, enquanto estou
deitada ofegante em cima da mesa, sabendo que ele vai ser duro.
Admira-me mais uma vez como eu consegui, e sim, gostei. O que ele fez
para mim até este ponto é tão escuro, mas tão ele.
Ele insere dois dedos dentro de mim e os move em um movimento circular.
A sensação é excelente. Fechando os olhos, me deleito na sensação. Ouço o rasgar
da embalagem da camisinha, então ele está de pé atrás de mim, entre minhas
pernas, empurrando-as mais abertas.
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