segunda-feira, 19 de agosto de 2013

a mesa mais uma vez. Usando qualquer vestígio de força interior, que diminuiu

consideravelmente desde que eu sei o que vai acontecer quando eu bater na bola

branca, miro e acerto a branca novamente. Christian me da uma tapa mais uma

vez, duro.

Ai! Erro de novo.

— Oh não! — eu solto um gemido.

— Uma vez mais, bebê. E se você perder dessa vez, eu realmente vou deixar

que você consiga o que quer.

O quê? Ter o que?

Ele coloca a bola preta mais uma vez e caminha, dolorosamente lento, de

volta para mim até que ele está de pé atrás de mim, acariciando minhas costas

mais uma vez.

— Você pode fazer isso, — lisonjeia.

Oh, não quando você está me distraindo assim. Eu empurro meu traseiro

para trás contra a mão dele, e ele me da uma tapa levemente.

— Ansiosa, Srta. Steele? — Ele murmura.

Sim. Eu quero você.

— Bem, vamos nos livrar delas. — Ele desliza suavemente minha calcinha

para baixo pelas minhas coxas e as tira. Eu não posso ver o que ele faz com elas,

mas ele me deixa exposta e planta um beijo suave em cada lado do meu traseiro.

— Dê a tacada, bebê.

Eu quero choramingar, eu não vou conseguir. Eu sei que vou perder. Eu

alinho a branca e a atinjo, na minha impaciência, erro a bola preta

completamente. Eu espero o golpe, mas ele não vem. Ao contrário, ele se inclina

para a direita sobre mim, me achatando contra a mesa, pega o taco da minha mão

e rola para a almofada de lado. Eu posso senti-lo, duro, contra meu traseiro.

— Você perdeu, — ele disse baixinho no meu ouvido. Minha bochecha está

pressionada contra o tecido da mesa. — Ponha as mãos espalmadas sobre a mesa.

Eu faço como ele diz.

— Ótimo. Eu vou bater em você agora e na próxima vez, talvez você ganhe.

— Ele se move então e está em pé ao meu lado esquerdo, sua ereção contra meu

quadril.

Eu solto um gemido e meu coração pula dentro da minha boca. Minha

respiração vem em suspiros curtos e uma excitação quente e pesada faz um

percurso através das minhas veias. Gentilmente, ele acaricia o meu traseiro e

enrola a outra mão ao redor da minha nuca, seus dedos enroscaram em meu

cabelo, com o cotovelo nas minhas costas, me segurando para baixo. Estou

completamente indefesa.

— Abra as pernas, — ele murmura e por um momento, hesito. Ele me bate

duramente, com a régua! O barulho é mais duro do que um tapa, e ele me pega de

surpresa. Eu suspiro, e ele me bate de novo.

— Pernas,  — ele ordena.  Abro minhas pernas, ofegante. A régua ataca

novamente. Ai, isso pica, mas o barulho pela minha pele parece pior do que se

sente.

Eu fecho meus olhos para absorver a dor. Não é muito ruim, e a respiração

de Christian se torna mais dura. Ele me bate uma e outra vez, e eu começo a

lançar pequenos murmúrios. Não tenho certeza de quantos golpes posso suportar,

mas ouvi-lo e saber como ele está excitado, alimenta a minha excitação e minha

vontade de continuar. Estou de passagem para o lado negro, um lugar na minha

psique que eu não conheço bem, mas já visitei antes na sala de jogos, com Tallis. A

régua ataca mais uma  vez, e eu solto um gemido alto, e Christian geme em

resposta. Ele me bate de novo e de novo. . . e uma vez mais. . . mais duro desta

vez, e eu estremeço.

— Para. — A palavra está fora da minha boca antes mesmo de eu estar

ciente. Christian solta a régua imediatamente e me libera.

— O suficiente? — Ele sussurra.

— Sim.

— Quero transar com você agora, — ele disse, a voz tensa.

— Sim, — murmuro com saudade. Ele desfaz a braguilha, enquanto estou

deitada ofegante em cima da mesa, sabendo que ele vai ser duro.

Admira-me mais uma vez como eu consegui, e sim, gostei. O que ele fez

para mim até este ponto é tão escuro, mas tão ele.

Ele insere dois dedos dentro de mim e os move em um movimento circular.

A sensação é excelente. Fechando os olhos, me deleito na sensação. Ouço o rasgar

da embalagem da camisinha, então ele está de pé atrás de mim, entre minhas

pernas, empurrando-as mais abertas.

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