cap 255
— Eu murmurei.
— Trabalho! — Christian exclama como se fosse um palavrão, e ele me
libera, gritante.
— Sim, funciona. — Eu respondo, confusa por sua reação.
Ele olha para mim com total incompreensão.
— Mas Leila, ela está lá fora. — Ele faz uma pausa. — Eu não quero que
você vá trabalhar.
O quê?
— Isso é ridículo, Christian. Eu tenho que ir trabalhar.
— Não, você não tem.
— Eu tenho um novo emprego que eu gosto. Claro que eu tenho que ir
trabalhar. — O que ele quer dizer?
— Não, você não. — Ele repete, enfaticamente.
— Você acha que eu vou ficar aqui girando os polegares, enquanto você é o
Mestre do Universo?
— Francamente. . . sim.
Oh, cinquenta, cinquenta, cinquenta. . . dai-me força.
— Christian, eu preciso ir trabalhar.
— Não, você não precisa.
— Sim. Eu. Preciso. — Eu digo lentamente como se ele fosse uma criança.
Ele franze a testa para mim.
— Não é seguro.
— Christian. . . Eu preciso trabalhar para viver, e eu vou ficar bem.
— Não, você não precisa trabalhar para viver e como você sabe que você vai
ficar bem? — Ele está quase gritando.
O que ele quer dizer? Ele vai me bancar? Oh, isso é mais do que ridículo.
Eu o conheço há cinco semanas.
Ele está com raiva agora, seus olhos cinzentos tempestuosos e
intermitentes, mas eu não dou a mínima.
— Pelo amor de Deus, Christian, Leila estava de pé no final da sua cama, e
ela não me prejudicou, e sim, eu preciso trabalhar. Eu não quero ser dependente
de você. Eu tenho meus empréstimos de estudante para pagar.
Sua boca prensou em uma linha sombria, quando eu coloquei minhas
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