segunda-feira, 19 de agosto de 2013

cap 255 

— Eu murmurei.


— Trabalho!  — Christian exclama como se fosse um  palavrão, e ele me 

libera, gritante.

— Sim, funciona. — Eu respondo, confusa por sua reação.

Ele olha para mim com total incompreensão. 

— Mas Leila, ela está lá fora. — Ele faz uma pausa. — Eu não quero que 

você vá trabalhar.

O quê?

— Isso é ridículo, Christian. Eu tenho que ir trabalhar.

— Não, você não tem.

— Eu tenho um novo emprego que eu gosto. Claro que eu tenho que ir 

trabalhar. — O que ele quer dizer?

— Não, você não. — Ele repete, enfaticamente.

— Você acha que eu vou ficar aqui girando os polegares, enquanto você é o  

Mestre do Universo?

— Francamente. . . sim.

Oh, cinquenta, cinquenta, cinquenta. . . dai-me força.

— Christian, eu preciso ir trabalhar.

— Não, você não precisa.

— Sim. Eu. Preciso. — Eu digo lentamente como se ele fosse uma criança.

Ele franze a testa para mim. 

— Não é seguro.

— Christian. . . Eu preciso trabalhar para viver, e eu vou ficar bem.

— Não, você não precisa trabalhar para viver e como você sabe que você vai 

ficar bem? — Ele está quase gritando.

O que ele quer dizer? Ele vai me bancar? Oh, isso é mais do que ridículo. 

Eu o conheço há cinco semanas.

Ele está com raiva agora, seus olhos cinzentos tempestuosos e 

intermitentes, mas eu não dou a mínima.

— Pelo amor de Deus, Christian, Leila estava de pé no final da sua cama, e

ela não me prejudicou, e sim, eu preciso trabalhar. Eu não quero ser dependente 

de você. Eu tenho meus empréstimos de estudante para pagar.

Sua boca prensou em uma linha sombria, quando eu coloquei minhas

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